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terça-feira, 20 de julho de 2010

" SHIRLEY TEMPLE "


Shirley Jane Temple (Santa Monica, 23 de abril de 1928) é uma diplomata estadunidense e antiga atriz mirim.
Ela não só foi a maior estrela mirim da década de 1930 como também é considerada a mais famosa de todos os tempos. Seus filmes continuam bem populares até os dias de hoje, particularmente entre as meninas.



Shirley começou a ter aula de dança com três anos de idade e foi contratada para participar de uma série de curtas chamadas "Baby Burlesks", que parodiavam estrelas e astros adultos, mais notadamente Marlene Dietrich. No mesmo ano, atuou numa sucessão de curta metragens e filmes, incluindo "Little Miss Marker",
"Change of Heart", "Now I'll Tell", "Now and Forever" e "Bright Eyes"
(no qual cantou seu mais popular sucesso, a canção "On The Good Ship Lollipop").
Ganhadora de um Óscar especial aos seis anos de idade, Temple foi a salvadora da
Fox e do público na época da Grande Depressão. Inclusive o presidente
norte-americano Franklin D. Roosevelt sucumbiu a seus encantos e lhe agradeceu por "ter feito a América atravessar a Grande Depressão com um sorriso".


Shirley com 11 anos no filme "The Little Princess" (1939)



Shirley foi campeã de bilheteria de 1935 a 1938 com seu eterno otimismo e seu sorriso vencedor. Depois de adulta porém, não teve o mesmo sucesso como atriz,
e aposentou-se do cinema em 1949, e em 1967, se candidatou ao cargo de representante do estado da Califórnia no congresso norte-americano, mas não obteve êxito.
Nos anos de 1969 e 1970, foi delegada junto às Organizações Nações Unidas (ONU). Também foi embaixadora americana em Ghana (1974-1976), foi chefe de protocolo para o presidente Gerald R. Ford (1976-1977) e membro da delegação americana que tratava dos problemas dos refugiados africanos (1981). De 1989 até 1992, Shirley Temple serviu como embaixadora na Tchecoslováquia.
Ela produziu duas obras autobiográficas sobre sua infância "My Young Life" (1945) e "Child Star" (1988).

Durante a década de 30, Shirley Temple recebeu algumas homenagens em desenhos animados famosos, de Walt Disney, Walter Lantz e Warner Bros:
Shirley apareceu em um desenho animado do Pato Donald chamado "The Autograph Hound" ("O Caçador de Autógrafos") de 1939, onde ela e outros conhecidos atores daquela época gravaram as vozes de suas versões em desenho animado.
Em 1934, ela também havia aparecido em um desenho do Coelho Oswald produzido por Walter Lantz, chamado "Toyland Premiere" (no Brasil ganhou o título de
"O Desfile de Natal"), porém neste desenho a voz de sua "versão animada"
não foi feita por ela própria, mas sim por Mae Questel a dubladora original
de Betty Boop e Olívia Palito.
Shirley também tem uma rápida aparição em um episódio do Mickey Mouse de 1936, intitulado "Mickey's Polo Team" ("O Time de Pólo do Mickey"), onde aparecem várias celebridades conhecidas em Hollywood na época.


Ela aparece sentada em uma arquibancada junto dos Três Porquinhos, Prático, Heitor e Cícero, provocando o Lobo Mau, que era um dos jogadores de Pólo.
Em um episódio do Pernalonga chamado "What's Cookin Doc" de 1944,
aparece as marcas dos pés e mãos de Shirley Temple na calçada da fama.

Em 1935, durante a Grande Depressão, o presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt agradeceu Shirley Temple por fazer a América atravessar aquele triste período com um sorriso.



Ele declarou: "During this Depression, when the spirit of the people is lower than at any other time, it is a splendid thing that for just 15 cents an American can go to a movie and look at the smiling face of a baby and forget his troubles." ("Durante esta Depressão, quando o espírito do povo está mais triste do que em qualquer outro momento, é uma coisa magnífica que por apenas 15 centavos, um americano pode ir ao cinema e olhar para o rosto sorridente de um bebê e esquecer de seus problemas.").
Shirley Temple é citada no filme Uma Cilada para Roger Rabbit de 1988.
Quando Roger encontra o táxi Benny, batido em um poste, há o seguinte diálogo,
Roger Rabbit: "Benny! É Você?!", Benny, o Táxi: "Não, é a Shirley Temple!".
No episódio "O Último Sapateado em Springfield" da série Os Simpsons, aparece uma personagem chamada "Vicki Valentine", uma ex-atriz infantil, mais conhecida como "Pequena Vicki", ela é uma sátira de Shirley Temple. Em uma cena do episódio também aparece uma sátira de um dos filmes de Temple, na cena em questão é exibido um filme em preto e branco na TV, estrelado pela Pequena Vicki, onde um homem negro ensina Vicki a dançar sapateado. A cena satiriza o filme "The Little Colonel"
(1935), onde o ator Bill Bojangles dança e sapateia com Shirley Temple.
No mesmo episódio também há uma paródia de uma das canções mais famosas cantadas por Shirley, "On the Good Ship Lollipop", que no episódio se tornou
"On the Spaceship Lollipop".
No filme Shrek Terceiro, há uma cena em que o "Homem-Biscoito" cantarola a música "On The Good Ship Lollipop". Na dublagem brasileira do filme, a música foi substituída por "Pirulito que Bate Bate", pois a outra não era tão conhecida no Brasil.
No livro Memórias da Emília escrito em 1936 pelo escritor brasileiro Monteiro Lobato, a boneca Emília inventa em seu livro de memórias uma viagem à Hollywood, onde ela e o Visconde de Sabugosa se encontram com Shirley Temple, e juntos com a pequena atriz, brincam de encenar um filme sobre Dom Quixote de la Mancha.
A apresentadora mirim Maísa Silva do SBT, teve seu visual inspirado no de Shirley Temple; ao ir para o SBT no final de 2007, ela passou a apresentar desenhos animados dentro do "Sábado Animado" usando vestidos infantis, e penteado curto.
Segundo a Revista Veja, a ideia teria sido de Silvio Santos, que teria selecionado fotos de Shirley que, penduradas no camarim, inspiram os figurinistas e cabeleireiros de Maísa; porém, a informação não é totalmente confirmada, já que segundo uma outra matéria da Revista Quem a ideia teria partido não de Silvio, mas de sua filha, Silvia Abravanel, diretora do Sábado Animado. Tanto Maísa quanto Silvio Santos, já mencionaram algumas vezes durante o Programa Silvio Santos,
o fato dela se parecer com Shirley quando criança.
A personagem "Darla Dimple", do longa-metragem de animação "Gatos não sabem dançar" ("Cats don't dance"), é o que se pode chamar de "versão cartunizada de Shirley Temple", pois ela fora baseada inteiramente em Shirley, desde o finalzinho do nome até a aparência.


Shirley, com apenas 6 anos, ganhou uma mini-estatueta simbólica do Oscar em 1935 por sua contribuição ao cinema.
Em 2004, a Legend Films restaurou e colorizou todos os filmes de Shirley Temple produzidos originalmente em preto e branco nos anos 30.
Shirley Temple foi a criança mais fotografada no mundo, e estrelou mais de 40 filmes e 50 produções para televisão.
Quando adulta, ela foi a primeira mulher na história a servir como chefe de protocolo.
Em 1972, aos 44 anos, Shirley descobriu que tinha câncer de mama, e foi a primeira celebridade a admitir em público a sua doença. A razão para isso, foi encorajar outras mulheres a previnirem este problema.
No México a voz de Shirley Temple em seus filmes, era dublada pela atriz María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha do seriado Chaves.
Shirley contou depois de adulta que deixou de acreditar em Papai Noel aos seis anos de idade, quando a mãe dela a levou em uma loja para o conhecer, e o homem vestido de Papai Noel lhe pediu um autógrafo.
Em Hollywood conta-se que um diretor ao rodar uma cena que exigia muitas lágrimas da pequena atriz, mentiu para Shirley, dizendo que seu cachorrinho de estimação havia morrido. Neste dia o diretor conseguiu rodar só esta cena, porque depois desta notícia, Shirley não conseguiu mais se concentrar nos textos seguintes.
Em um dos primeiros filmes de Shirley Temple, "Baby Take a Bow" de 1934, há cenas que hoje em dia podem ser consideradas fortes para as crianças, que envolvem armas de fogo ou objetos perigosos. Como uma cena em que Shirley Temple ainda com 5 anos, tem que manusear uma grande faca quando vai ajudar a libertar um homem que estava amarrado, e a usa para cortar as cordas.
O penteado que Shirley Temple usava tinha exatamente 52 cachos. A mãe de Shirley, Gertrude, era quem prendia os seus cabelos e os dava forma, e os amarrava pouco antes dela ir dormir. Também aplicava produtos para que ficassem mais loiros. Shirley quando ia nadar não podia mergulhar os cabelos na piscina, podia apenas umedece-los, usando tocas de banho uma sobre a outra. Ela também tinha que ter cuidado nas ruas com a perseguição de "caçadores de souvenirs", que queriam um cacho de seus cabelos como recordação.
Durante sua infância, em todos os lugares em que ia, Shirley tinha de ser escoltada por um agente federal que o governo mantinha para sua proteção.
Na época da popularidade de Shirley, surgiam vários boatos sobre ela, um deles dizia que seria na verdade uma atriz anã de 30 anos (ou "a 30 year old midget."); outros rumores diziam que ela era uma órfã adotada pelo casal Temple com o propósito de exploração, ou que depois de algum tempo ela já estava tão crescida, que o estúdio tinha que colocar nos cenários móveis especiais em tamanho grande para que ela parecesse menor.
Outro rumor, era que obrigavam-na a lixar os dentes, para os manter sempre pequenos, conservando assim sua aparência infantil. Mas ao contrário do que diziam os boatos, o único trabalho artificial que já foi feito nos dentes de Shirley, foi quando ela perdeu um dente de leite da frente, e os diretores a aconselharam a substituir por um minúsculo dente falso durante as filmagens.
Em 1938 Shirley Temple entregou a Walt Disney um Óscar especial e sete mini estatuetas, representando a Branca de Neve e Os Sete Anões, uma das maiores obras animadas da história. Durante a entrega, Disney tentou conter a emoção.
Mas quando a pequena Shirley lhe disse:



"Não são bonitos e brilhantes, não está orgulhoso Sr. Disney?" Ele respondeu: "Sim, estou tão orgulhoso que poderia chorar". Shirley então pediu graciosamente: "Não faça isso!". Os dois foram aplaudidos de pé pelos convidados, admirados.

Shirley chegou a ser escalada para interpretar o papel de Dorothy no filme O Mágico de Oz, mas a 20th.Century Fox negou-se a emprestá-la. Então a atriz de 16 anos Judy Garland, que já havia sido cogitada antes, mas era considerada a princípio velha demais para o papel, acabou protagonizando o filme, após um trabalho de maquiagem que ajudou a disfarçar sua idade.

SHIRLEY TEMPLE 2010
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FILMOGRAFIA

Curta Metragens

Kid's Last Stand (1932)
The Kid's Last Fight (1932)
Glad Rags to Riches (1932)
Runt Page (1932)
War Babies (1932)
The Pie-Covered Wagon (1932)
Merrily Yours (1933)
New Deal Rhythm (1933)
Kid in Hollywood (1933)
Polly Tix in Washington (1933)
Dora's Dunking Doughnuts (1933)
Kid in Africa (1933)
What's to Do? (1933)
Pardon My Pups (1933)
Managed Money (1934)
The Hollywood Gad-About (1934)
Our Girl Shirley (1942)
American Creed (1942)

Filmes

Polly Tix in Washington (1932)
Pie Covered Wagon (1932)
The Kid's Last Fight (1932)
Stand Up and Cheer! (1934)
Mandalay (1934)
Bright Eyes (1934)
Now and Forever (1934)
Baby Take a Bow (1934)
Now I'll Tell (1934)
Little Miss Marker (1934)
The Little Colonel (1935)
The Littlest Rebel (1935)
Curly Top (1935)
Dimples (1936)
Captain January (1936)
Poor Little Rich Girl (1936)
Stowaway (1936)
Wee Willie Winkie (1937)
Heidi (1937)
Rebecca of Sunnybrook Farm (1938)
Little Miss Broadway (1938)
The Little Princess (1939)
Susannah of the Mounties (1939)
Just Around the Corner (1939)
The Blue Bird (1940)
Miss Annie Rooney (1942)
I'll be Seeing You (1944)
Since You Went Away (1944)
The Bachelor and the Bobby-Soxer (1947)
Fort Apache (1947)
The Story of Sea Biscuit (1949)
Mr. Belvedere Goes to College (1949)
That's Dancing! (1985)

domingo, 18 de julho de 2010

" KATHARINE HEPBURN "


Katharine Houghton Hepburn (Hartford, 12 de Maio de 1907 — Old Saybrook, 29 de Junho de 2003) foi uma importante actriz dos Estados Unidos da América.
Hepburn actuou no cinema, na televisão e no teatro, e hoje é reconhecida como sendo um símbolo feminista e permanece uma das mais famosas estrelas de cinema de sempre.
Uma lenda das telas, Katharine Hepburn ganhou o maior número de Oscars em toda a história do evento, quatro, como melhor atriz.Possui ainda um dos maiores números de indicações para o prêmio na categoria para melhor atriz, 12, sendo que Kate Hepburne só teve indicações como atriz principal.
Hepburn ganhou um Emmy em 1975 por seu papel em Love Among the Ruins, e foi indicada para outros quatro Emmys e também para dois Tonys durante os mais de setenta anos em que esteve envolvida com a arte de actuar.
Em 1999, o AFI escolheu-a como a maior actriz de todos os tempos,
numa lista de 25, que incluía Bette Davis, Ingrid Bergman, entre outras.
Hepburn teve um famoso e longo romance com Spencer Tracy, dentro e fora das telas, durante 25 anos. Fizeram nove filmes juntos.
Uma antiga empregada doméstica sua, Emma Faust Tillman, chegou a ser a pessoa mais velha do mundo a partir de 24 de Janeiro de 2007, com 114 anos.
Hepburn morreu em sua casa de Old Saybrook, no estado de Connecticut em 29 de Junho de 2003.
Cate Blanchett a interpretou no filme O Aviador (2004), cinebiografia do milionário Howard Hughes, do diretor Martin Scorsese.

" VIVIAN LEIGH "


Vivien Leigh, Lady Olivier (nascida Vivian Mary Hartley; Darjeeling, 5 de novembro de 1913 — Londres, 7 de julho de 1967), foi uma famosa atriz e lady inglesa nascida na Índia (quando este país ainda pertencia ao Império Britânico), considerada uma das mais belas e importantes personalidades do século XX, presente na lista feita pelo Instituto Americano de Cinema das 50 maiores lendas do cinema.

Apesar de suas aparições no cinema terem sido relativamente poucas, Viv venceu o Oscar de melhor atriz duas vezes. A primeira vez foi interpretando Scarlett O'Hara em E o Vento Levou (1939), e a segunda foi interpretando Blanche DuBois em Uma Rua chamada Pecado (1951) (a mesma personagem que ela interpretara nos palcos da West End, em Londres).

Viv frequentemente fazia colaborações com seu marido, o também ator, e diretor Laurence Olivier. Durante mais de trinta anos como atriz de teatro, ela se mostrou bastante versátil, interpretando desde heroínas das comédias de Noel Coward e George Bernard Shaw às personagens dos dramas clássicos de Shakespeare.
Aclamada por sua beleza, ela sentia que isso às vezes atrapalhava o público de vê-la como uma atriz séria. Afetada por um distúrbio bipolar durante a maior parte de sua vida adulta, o humor de Viv era quase sempre não-entendido pelos diretores, e ela ganhou a reputação de ser uma atriz difícil. Diagnosticada com tuberculose crônica na metade da década de 1940, Viv se tornou uma pessoa enfraquecida a partir de então. Ela e Laurence Olivier se divorciaram em 1960; a partir daí, a atriz continuou a trabalhar esporadicamente no cinema e no teatro até sua morte súbita por tuberculose.

" ALICE FAYE "


Alice Faye, nome artístico de Alice Jeane Leppert nasceu em New York, no dia 5 de Maio de 1915 e faleceu na Califórnia, no dia 9 de Maio de 1998, foi uma atriz e cantora americana. É mais lembrada pelos seus filmes musicais da 20th Century Fox nas décadas de 30 e 40 e mais tarde, pela parceria com o seu segundo marido, o ator Phil Harris em seu programa de rádio.
Filha de um oficial da polícia de descendência alemã e sua esposa de descendência irlandesa e americana, Charley e Alice Leppert, sua carreira realmente começou em vaudeville como corista de um grupo de meninas, (vale dizer que ela não passou na audição para o Ziegfeld Follies, por ser jovem demais para o papel) antes de ela se mudar para Broadway e conseguir um papel para a versão de 1931 do filme George White "Scandals". Nesse período, ela já adotou o seu nome artístico e conseguiu uma outra audição para um programa de rádio chamado Rudy Vallee's The Fleischmann Hour (1932 - 1934), onde ela poderia ter conhecido pela primeira vez o seu parceiro de programa e futuro marido Harris.
Alice conseguiu seu primeiro papel em 1934 e nele teve destaque, tornando-se um sucesso para o público, particularmente quando o grande proprietário da Fox, Darryl F. Zanuck, fez dela a sua favorita e protegida. De show girl a principiante, Faye de começo, selou uma figura materna, sendo escalada para fazer alguns filmes com a atriz-mirim Shirley Temple. Além disso, Faye ficou marcada por uma imagem de loura mais madura, apesar de seus 20 e poucos anos. A grande alavanca em sua carreira foi o filme "Alexander's Ragtime Band" de 1938, no qual a sua ascenção (seu personagem se trata de uma moça que de cantora de bares, entra para fama) é dramatizada por sua elegância. Escalada para musicais na maioria, Faye cantou muitas músicas que logo viraram grandes sucessos. Considerada mais como cantora do que atriz, Faye cravou o que dizem muitos criticos, a sua melhor atuação no filme "In Old Chicago" de 1937. Faye teve mais prestígio quando começou em filmes coloridos, atuando em musicais que foram marcos para a Fox, na década de 40. Ela usualmente interpretava cantoras que se envolviam em situações que iam de sérias a cômicas. Filmes como "Weekend in Havana" e "That Night in Rio" (ambos com Carmen Miranda), fez bom uso da forte voz de Faye, dos momentos cômicos e dos instintos em não levar a era dos romances.
A carreira de Faye continuou em 1944 quando ela foi contratada para fazer o filme "Fallen Angel". Realmente, esse filme não foi um grande sucesso (o que causou uma grande insatisfação a ela) e além de ter sido o seu último da Fox. Último por que Faye foi obviamente substituída por Betty Grable quando ela começou a ser a favorita dos musicais e por Linda Darnell em questão de conflitos em relação ao próprio filme. A carreira cinematográfica de Faye termina em 1945. Dezessete anos depois, Faye volta a atuar em frentes das câmeras no filme "State Fair" de 1962. Mesmo ela tendo recebido boas críticas, o filme não fez muito sucesso, então ela acabou fazendo somente pontas dalí por diante.
O primeiro marido de Faye foi o ator Tony Martin. Eles se casaram em 1937 e terminaram em 1940. Um ano depois, ela conhece e se casa com o ator Phil Harris. O casamento se tornou um episódio de um programa de sucesso da rádio apresentado pelo agente de Harris, Jack Benny.
O casal teve dois filhos chamados Alice (1942) e Phyllis (1944), e começaram a trabalhar juntos em programas de rádio, no período em que a carreira cinematográfica de Faye declinava. O primeiro foi um de variedades chamado The Fitch Bandwagon da NBC em 1946. Em 1948, o programa passou a ser chamado de The Phil Harris-Alice Faye Show com o intuito de incluir um ar familiar e de sitcom ao show. O show durou até 1954.
Faye e Harris continuaram a fazer projetos sozinhos e juntos o resto de suas vidas. Faye retornou a Broadway após quarenta e três anos em uma nova versão de Good News, contracenando com seu velho parceiro de filme da Fox, John Payne (o qual foi substituído por Gene Nelson). Anos depois, Faye se tornou voluntária da Pfizer, promovendo virtudes sobre o estilo de vida de idosos. O casamento de Faye e Harris, durou até a morte dele em 1995. Três anos após a morte de seu marido, Alice Faye morreu em Rancho Mirage na Califórnia aos 83, vítima de câncer.

" AGNES MOOREHEAD "


Agnes Robertson Moorehead (Clinton, 6 de dezembro de 1900 —
Rochester, 30 de abril de 1974) foi uma atriz norte-americana.
Popularizou-se no mundo todo a partir de 1964, quando viveu a engraçada e
malévola Endora no seriado "A Feiticeira".
Formou-se com louvor em ciências, foi Ph.D em literatura, mas o negócio dela era mesmo o show business. Mudou-se com a família para St. Louis e, a partir do final dos anos 1920, começou a se apresentar em óperas cômicas e espetáculos de vaudeville, até que começou a fazer rádio-novelas.
Foi na rádio que conheceu Orson Welles e ingressou em sua companhia radiofônica "The Mercury Theater of the Air", no ano de 1938. Orson Welles foi o responsável pela estréia de Agnes no cinema, e em grande estilo: ela fez a mãe de Welles em Cidadão Kane, considerado por muitos como o melhor filme de todos os tempos.
Ela foi também professora de arte dramática para a Universal e responsável pela formação de muitos artistas famosos como Debbie Reynolds, Donald O'Connnor e Sandra Dee. Foi candidata cinco vezes ao Oscar como atriz coadjuvante.

Filmografia

Agnes Moorehead em The Magnificent Ambersons
Agnes Moorehead em Citizen Kane
Agnes Moorehead em Dark Passage
Agnes Moorehead em Johnny BelindaCitizen Kane (1941)
The Magnificent Ambersons (1942)
The Big Street (1942)
Journey into Fear (1943)
The Youngest Profession (1943)
Government Girl (1943)
Jane Eyre (1944)
Since You Went Away (1944)
Dragon Seed (1944)
The Seventh Cross (1944)
Mrs. Parkington (1944)
Tomorrow, the World! (1944)
Keep Your Powder Dry (1945)
Her Highness and the Bellboy (1945)
Our Vines Have Tender Grapes (1945)
Dark Passage (1947)
The Lost Moment (1947)
Summer Holiday (1948)
The Woman in White (1948)
Station West (1948)
Johnny Belinda (1948)
The Stratton Story (1949)
The Great Sinner (1949)
Without Honor (1949)
Black Jack (1950)
Caged (1950)
Fourteen Hours (1951)
Adventures of Captain Fabian (1951)
Show Boat (1951)
The Blue Veil (1951)
The Blazing Forest (1952)
The Story of Three Loves (1953)
Scandal at Scourie (1953)
Main Street to Broadway (1953)
Those Redheads from Seattle (1953)
Magnificent Obsession (1954)
Untamed (1955)
The Left Hand of God (1955)
All That Heaven Allows (1955)
The Conqueror (1956)
Meet Me in Las Vegas (1956)
The Swan (1956)
The Revolt of Mamie Stover (1956)
Pardners (1956)
The Opposite Sex (1956)
The True Story of Jesse James (1957)
Jeanne Eagels (1957)
Raintree County (1957)
The Story of Mankind (1957)
Tempest (1958)
Night of the Quarter Moon (1959)
The Bat (1959)
Pollyanna (1960)
Twenty Plus Two (1961)
Bachelor in Paradise (1961)
Jessica (1962)
How the West Was Won (1962)
Who's Minding the Store? (1963)
Hush…Hush, Sweet Charlotte (1964)
The Singing Nun (1966)
What's the Matter with Helen? (1971)
Dear Dead Delilah (1972)
Charlotte's Web (1973) (voz)